LRC歌词

Saí da caverna, sangrei pelos olhos
A luz me feriu com gosto de aço
Vi tudo o que fui, quebrado em espelhos
Verdades cortantes num rosto sem traço

O sol me queimava por dentro da mente
Tirando as mentiras que fiz pra viver
A alma é um quarto trancado e doente
E o tempo só entra pra me devolver

Senti que o amor não era promessa
Mas culpa vestida de algo maior
Vi Deus no silêncio, vi medo na pressa
E o mundo girando sem nenhum valor

A luz não perdoa, ela arranca o véu
E mostra o que há quando a sombra cai
Se a dor me visita, é parte do céu
É parte do preço que a vida atrai

Isso é tudo parte do preço que a vida atrai
Quando você tira o véu da mentira
E começa a enxergar a verdade
É quando o Sol toca a sua cara
E começa a iluminar tudo

Que você sabe o que é de verdade!

As vozes que ouço são minhas, antigas
São gritos de mim que ficaram pra trás
A luz me obriga a ouvir as feridas
E andar sobre brasas sem nunca ter paz

Não há liberdade sem morte simbólica
Sem abrir a carne, deixar apodrecer
O sol é o pai da razão e da cólera
Que mostra a mentira do próprio querer

Agora entendi: sair é cair
É ver que o chão nunca esteve aqui
É andar sem forma, sem nome, sem fim
É rir no deserto de tanto insistir

O sol não traz cura, ele só revela
Que tudo é vão mas não é em vão
Pois quem já sentiu o que ele revela
Não volta a caber dentro da prisão

O sol queima minha pele
Purifica a minha alma
Abre meus olhos
O sol queima minha pele

文本歌词

Saí da caverna, sangrei pelos olhosA luz me feriu com gosto de açoVi tudo o que fui, quebrado em espelhosVerdades cortantes num rosto sem traçoO sol me queimava por dentro da menteTirando as mentiras que fiz pra viverA alma é um quarto trancado e doenteE o tempo só entra pra me devolverSenti que o amor não era promessaMas culpa vestida de algo maiorVi Deus no silêncio, vi medo na pressaE o mundo girando sem nenhum valorA luz não perdoa, ela arranca o véuE mostra o que há quando a sombra caiSe a dor me visita, é parte do céuÉ parte do preço que a vida atraiIsso é tudo parte do preço que a vida atraiQuando você tira o véu da mentiraE começa a enxergar a verdadeÉ quando o Sol toca a sua cara E começa a iluminar tudo Que você sabe o que é de verdade! As vozes que ouço são minhas, antigasSão gritos de mim que ficaram pra trásA luz me obriga a ouvir as feridasE andar sobre brasas sem nunca ter pazNão há liberdade sem morte simbólicaSem abrir a carne, deixar apodrecerO sol é o pai da razão e da cóleraQue mostra a mentira do próprio quererAgora entendi: sair é cairÉ ver que o chão nunca esteve aquiÉ andar sem forma, sem nome, sem fimÉ rir no deserto de tanto insistirO sol não traz cura, ele só revelaQue tudo é vão mas não é em vãoPois quem já sentiu o que ele revelaNão volta a caber dentro da prisãoO sol queima minha pelePurifica a minha almaAbre meus olhosO sol queima minha pele

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