LRC歌词
Quantas vezes sorrimos sem sentir? Palavras ditas só pra não sumir Vivo cercado, mas me sinto só Entre aplausos que ecoam no pó
Não é raiva, é só um cansaço antigo De fingir que o mundo é meu abrigo Às vezes penso: quem eu sou, de fato? Se até o espelho evita o contato
Minhas intenções não são tão hostis Mas há um lado em mim que ninguém viu Questiono tudo em voz tão calma Mas há uma guerra dentro da alma Se eu me calo, é pra ouvir o que restou E entender o que em mim já se apagou
Sigo os passos que esperavam de mim Mas tropeço onde começa o meu fim Carrego histórias que nunca contei Por medo de perder quem nunca ganhei
Minhas intenções não são tão hostis Mas há um lado em mim que ninguém viu Questiono tudo em voz tão calma Mas há uma guerra dentro da alma Se eu me calo, é pra ouvir o que restou E entender o que em mim já se apagou
A lucidez tem um preço cruel Enxergar demais pode ser o papel Que me torna estranho em toda estação Mesmo com os pés fincados no chão
Minhas intenções não são tão hostis São só perguntas sem um fim sutil Olhar pro mundo, olhar pra mim E ver que somos pó, começo e fim Se eu me perco, é pra talvez achar Alguma paz no próprio caminhar
Não quero gritar, só compreender Se o que há em mim... também vive em você
Não é raiva, é só um cansaço antigo De fingir que o mundo é meu abrigo Às vezes penso: quem eu sou, de fato? Se até o espelho evita o contato
Minhas intenções não são tão hostis Mas há um lado em mim que ninguém viu Questiono tudo em voz tão calma Mas há uma guerra dentro da alma Se eu me calo, é pra ouvir o que restou E entender o que em mim já se apagou
Sigo os passos que esperavam de mim Mas tropeço onde começa o meu fim Carrego histórias que nunca contei Por medo de perder quem nunca ganhei
Minhas intenções não são tão hostis Mas há um lado em mim que ninguém viu Questiono tudo em voz tão calma Mas há uma guerra dentro da alma Se eu me calo, é pra ouvir o que restou E entender o que em mim já se apagou
A lucidez tem um preço cruel Enxergar demais pode ser o papel Que me torna estranho em toda estação Mesmo com os pés fincados no chão
Minhas intenções não são tão hostis São só perguntas sem um fim sutil Olhar pro mundo, olhar pra mim E ver que somos pó, começo e fim Se eu me perco, é pra talvez achar Alguma paz no próprio caminhar
Não quero gritar, só compreender Se o que há em mim... também vive em você
文本歌词
Quantas vezes sorrimos sem sentir? Palavras ditas só pra não sumir Vivo cercado, mas me sinto só Entre aplausos que ecoam no póNão é raiva, é só um cansaço antigo De fingir que o mundo é meu abrigo Às vezes penso: quem eu sou, de fato? Se até o espelho evita o contatoMinhas intenções não são tão hostis Mas há um lado em mim que ninguém viu Questiono tudo em voz tão calma Mas há uma guerra dentro da alma Se eu me calo, é pra ouvir o que restou E entender o que em mim já se apagouSigo os passos que esperavam de mim Mas tropeço onde começa o meu fim Carrego histórias que nunca contei Por medo de perder quem nunca ganheiMinhas intenções não são tão hostis Mas há um lado em mim que ninguém viu Questiono tudo em voz tão calma Mas há uma guerra dentro da alma Se eu me calo, é pra ouvir o que restou E entender o que em mim já se apagouA lucidez tem um preço cruel Enxergar demais pode ser o papel Que me torna estranho em toda estação Mesmo com os pés fincados no chãoMinhas intenções não são tão hostis São só perguntas sem um fim sutil Olhar pro mundo, olhar pra mim E ver que somos pó, começo e fim Se eu me perco, é pra talvez achar Alguma paz no próprio caminharNão quero gritar, só compreender Se o que há em mim... também vive em você
































