LRC歌词

Como um punhado de areia, a queda fluída de magenta.
Do grão à gota, nesse terreno árido de célula caduca,
As mãos que abrem em fole para a rotatividade dos sóis.
Olho branco para trotar um cavalo veloz, objeto-bússola.
Do revirar das entranhas, tu que estranhas a linha ser fixa.
Talvez uma perna mais curta, ou sem fé de credos ou bruxa,
O feto se encolhe de velho: a nave contra o espelho,
Sem ângulo morto ou falha no horizonte noturno.
Atira de aceno o sonho informe que não serve a fome,
Nas arestas do segundo que não cabe no absurdo.
O plenário do peito, raiado numa cela de ninguém,
Ajoelha e espreita: são alvéolos de miséria oblíqua,
Insetos que fogem para dentro da pele necrotrópica.

Ruínas de almas ígneas no derrame da bílis mundana.
Grita-se em vão: nado morto e adrenalina sonial.
Grita-se em vão: nado morto por morfina sonial.
Nado morto ou morto vivo, cultiva o espírito.
Nado morto ou morto vivo, cultiva o espírito.
Cultiva o espírito.
Cultiva o espírito.

文本歌词

Como um punhado de areia, a queda fluída de magenta.Do grão à gota, nesse terreno árido de célula caduca,As mãos que abrem em fole para a rotatividade dos sóis.Olho branco para trotar um cavalo veloz, objeto-bússola.Do revirar das entranhas, tu que estranhas a linha ser fixa.Talvez uma perna mais curta, ou sem fé de credos ou bruxa,O feto se encolhe de velho: a nave contra o espelho,Sem ângulo morto ou falha no horizonte noturno.Atira de aceno o sonho informe que não serve a fome,Nas arestas do segundo que não cabe no absurdo.O plenário do peito, raiado numa cela de ninguém,Ajoelha e espreita: são alvéolos de miséria oblíqua,Insetos que fogem para dentro da pele necrotrópica.Ruínas de almas ígneas no derrame da bílis mundana.Grita-se em vão: nado morto e adrenalina sonial.Grita-se em vão: nado morto por morfina sonial.Nado morto ou morto vivo, cultiva o espírito.Nado morto ou morto vivo, cultiva o espírito.Cultiva o espírito.Cultiva o espírito.

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