LRC歌词

Sempre sonhei em sentir só alegria
Mas no sofrimento e a solidão é a que mais te ensina

Melhor sempre sozinho do que mal acompanhado
Coração dos verdadeiro sabe o peso de ser falso




Eu que trombei a morte sem sorte nas esquinas macabras
Vi ela da um bote no bigode, mais um que resultou em lagrimas

Meu rap um kalashinikov, x9 e comédia ele estraçalhar
Esse Poema é só os forte olha o corte, cada linha um murro na cara


Pesado igual um plumo, leal igual os yakuza
Uns vem só pra ser pluto, outros pra deixar sua rubrica

Tão enigmatico que meus traço dao chek mate
Q nem um alfaiate desenhando mais que basquiate



No beat nós desenrola, nós tá aqui e né de agora
Inspiração de dentro pra fora, paga pra ver que nós mostra

O pq do R.A.P, ter proceder, pra se envolver
Eu falo pra vc, não é só querer dizer, vc tem q ser


Zeka Urubu é pit bull, nesses fake pit é bum
Conversa pra jhack é zum zum, pra Talarico é dum dum

Os cu tenta e cai um por um, descarrega o tambor e vrum
Por causa de craque e mafu, prenderam mais outro 121

Funkero

Des de pequeno inimigo do estado, pelas viela chapadao de baseado, trilha sonora são milhares de disparo, quero que os vermes se foda se foda

2x

Até o momento que Deus quiser, se é pra morrer, morro de pé

Crime mano né pra quem quer, é pra quem Guenta o carro que vinher, ram

Experimenta, com o funkero alemão não tenta, pista insana, mente violenta, tô com o pente de 40, am

2x

Des de pequeno inimigo do estado, pelas viela, chapadao de baseado.

Alex nsc

Toda essa maldade é pouco, talento jogado no esgoto, escravidao mo sufoco, só muda de lugar, de rosto, promete e faz o oposto
Estuda pra mudar o jogo, pagamos o nossos impostos, sem vida nova ano novo, só atira no meu povo

Pro sol ataio seis, vou morar no oito, Vou mirar na cara, facada no bozo, menor tenebroso.
O mais delinquente, se moscar já era, Mato o presidente, vê o povo doente, só patifaria, na fila de espera, pela cirurgia, dramatologia, teatro disputa, Bolsonaro não esse fila da puta, só deixa e nao ajuda, sistema safado, direita, esquerda e o povo lascado

Morte na mansao, pra nós prioridade, só morre os do nosso, opressão demais
Bota teu rosto em direção do sol, que assim as sombras ficaram pra tras, meu povo carente lutando em dobro, tira da Lagoa os sustento dos filho, sangrando as margens
Pedindo socorro, aqui quem mais luta não é reconhecido

Acha pouco quando os vermes nós mata,

acha pouco em nós sentir culpado, acha quando os mano te pega se reagir vai pra casa do caralho, acha pouco quando a gente vai preso
Acha pouco eles invadir eu dormindo, acha pouco sua grana não trás tu de volta, sem cabeça no condomínio

Meu povo morre todo no sufoco, tão novo
Não tenta bota a cara Se não tu vai receber bala de troco, se louco, acha que os menor é sem massagem, aqui é Maceió e se moscar é sem piedade

Refrão lunar

Ontem quem tava no corre, descarregando os pente
Ficou nas lembrança, a família é quem mais sente
Vai ver que no final,a sua coroa que chora,

poemas de odio narrando a verdade das historia

Iel

Sente o poema do ódio, escrito em cada linha no caderno, desafiando a e lei da gravidade
sobrevivente das chamas do inferno, vamo na reta, pula na bala, o resumo é na bola do olho,
só terrorista aqui é Paraná, nós veio pra azedar seu moio, nas grade de ferro ou nas ruas de terra, é nós que passa o resumo, sem pano pra quem ta errado, se pisar na bola, é bala nos puto, mostruoso como antigamente, quem conhece entende, um pouco mais velhos, mais com as 9 isrraelense, de pistola na rua ou em casa com a Clotilde, se embaçar com a família, vai beijar a lona do ringue, nós porta os

rifle, as carabina, 44, as imbel 380, e os oitão refrigerado, terra sem lei, onde os bandolero bota pânico, com as dinamite faz a festa nos caixa eletrônico, respeita os corre dos molek que fecha no morro, sem camisa de colete na frente do bonde, chama no radio e da um salve pra quem ta na escuta, que é pra descer a lenha em qualquer tipo de viatura, aqui é o gueto aqui é o crime é os faixa preta, interior do Paraná é sangue na caneta

grandão


Mano Josy já alertou que é 40° de calor na sombra vereador roubou 7 milhões e é eleito presidente da Câmara assassino se diz o pastor que gosta de acender o pavio grupo de extermínio é investigado Entre eles dois delegado civil


Palmas Tocantins 063 minha cartilha de ódio nunca quis o pódio só pra ter coleções de inimigo sórdidos regras são regras com respeito humildade se chega em qualquer lugar como alma sebosa sempre tem uns loucos pra tentar te eliminar na bala bala não tem cara o destino é pra derrubar o cara que veio na bala pra te acertar pensando que você estava de graça a meta é ser resistente não o mais forte entende poucos compreende que a batalha mais cruel sempre é da mente Poema de ódio os moleque do Norte esse esporro sonoro veio pra atacar disparando de forma letal sem chance da presa recuar letrista métricamente quebrando ela da corrente e vos surpreende que o ódio nos fortifica mente
Na vida aprendemos com a chibata sabe como é pista salgada pra quem está no

corre então não tem vez prazer mané por aqui ferve já vivemos no inferno sobrevive quem é de concreto ter quem reivindica o poder paralelo mas no final ninguém sabe o que é o certo

H Caverna

Bola do olho,é o moio chama nas ideia
tô vendo lobo e cordeiro na mesma alcateia

Ta na comeia,mas não vai pensando que tá
doce,sistema é praga só tem vaga pra trampa
no doze

De Zé povinho e atrasa lado eu quero distância
nois é o certo pelo certo,nois é militância


Ponta de lança é nossa herança chega arrepia
o rap arranca sua tripa sem anestesia

Só covardia é todo dia respirando ódio
é sempre assim guerra sem fim desde o
primórdio

Sem holofote vamo forte nessa direção
nossa palavra,nossa luta não será em vão

É o mundo cão escuridão só escorpião
da zona leste de SP mais um lampião

Não contenção,papo visão que movimenta a
cena,o ser humano foi humano só na quarenta


Vários problemas é algema e pouca
alternativa,é uma estrada perigosa sem
perspectiva

Disertativa narrativa tudo pela causa
voz não se cala chuva de bala nunca teve
pausa



Mano jozy

aqui é palmas tocantins e o bang é loko
No coração do mapa cerrado criminoso
Sou mais um moleque doido inimigo do estado
Raqueando seu sistema conectando os barraco

Só muda a quebrada o CEP o rap segue na

mesma batida
Falando alertando os moleke que eles atira e pergunta e depois
esquece o iphone e o nike do boy pra noiz n existe justica
cadeia lotada de filho sem pai de pai sem o filho q foi

Nesse mundo loko violento e covarde
onde impera o odio em cada canto da cidade
Deus me livre guarde da maudade que não dorme
Que trafega pelos beco carregando os robocop

Vivemos em tempos de guerra e favela matando favela
Onde quem ganha com o sangue no chão é o cuzao do datena na tela
A vida né FILME novela n se engane com a

cena do cofre
e tudo ilusorio e no fim, e so as maezinha q sofre

tbm sonhei com isso tudo molecote
ser dono da quebrada explodir os carro forte
mas me libertei desses plano suicida
hj tudo q eu mais quero e ser o pai das minhas filhas

文本歌词

Sempre sonhei em sentir só alegria Mas no sofrimento e a solidão é a que mais te ensina Melhor sempre sozinho do que mal acompanhado Coração dos verdadeiro sabe o peso de ser falso Eu que trombei a morte sem sorte nas esquinas macabrasVi ela da um bote no bigode, mais um que resultou em lagrimas Meu rap um kalashinikov, x9 e comédia ele estraçalhar Esse Poema é só os forte olha o corte, cada linha um murro na caraPesado igual um plumo, leal igual os yakuza Uns vem só pra ser pluto, outros pra deixar sua rubrica Tão enigmatico que meus traço dao chek mate Q nem um alfaiate desenhando mais que basquiateNo beat nós desenrola, nós tá aqui e né de agora Inspiração de dentro pra fora, paga pra ver que nós mostra O pq do R.A.P, ter proceder, pra se envolver Eu falo pra vc, não é só querer dizer, vc tem q serZeka Urubu é pit bull, nesses fake pit é bum Conversa pra jhack é zum zum, pra Talarico é dum dum Os cu tenta e cai um por um, descarrega o tambor e vrum Por causa de craque e mafu, prenderam mais outro 121FunkeroDes de pequeno inimigo do estado, pelas viela chapadao de baseado, trilha sonora são milhares de disparo, quero que os vermes se foda se foda2xAté o momento que Deus quiser, se é pra morrer, morro de pé Crime mano né pra quem quer, é pra quem Guenta o carro que vinher, ram Experimenta, com o funkero alemão não tenta, pista insana, mente violenta, tô com o pente de 40, am 2xDes de pequeno inimigo do estado, pelas viela, chapadao de baseado.Alex nsc Toda essa maldade é pouco, talento jogado no esgoto, escravidao mo sufoco, só muda de lugar, de rosto, promete e faz o oposto Estuda pra mudar o jogo, pagamos o nossos impostos, sem vida nova ano novo, só atira no meu povo Pro sol ataio seis, vou morar no oito, Vou mirar na cara, facada no bozo, menor tenebroso.O mais delinquente, se moscar já era, Mato o presidente, vê o povo doente, só patifaria, na fila de espera, pela cirurgia, dramatologia, teatro disputa, Bolsonaro não esse fila da puta, só deixa e nao ajuda, sistema safado, direita, esquerda e o povo lascadoMorte na mansao, pra nós prioridade, só morre os do nosso, opressão demais Bota teu rosto em direção do sol, que assim as sombras ficaram pra tras, meu povo carente lutando em dobro, tira da Lagoa os sustento dos filho, sangrando as margens Pedindo socorro, aqui quem mais luta não é reconhecido Acha pouco quando os vermes nós mata, acha pouco em nós sentir culpado, acha quando os mano te pega se reagir vai pra casa do caralho, acha pouco quando a gente vai preso Acha pouco eles invadir eu dormindo, acha pouco sua grana não trás tu de volta, sem cabeça no condomínio Meu povo morre todo no sufoco, tão novo Não tenta bota a cara Se não tu vai receber bala de troco, se louco, acha que os menor é sem massagem, aqui é Maceió e se moscar é sem piedade Refrão lunar Ontem quem tava no corre, descarregando os penteFicou nas lembrança, a família é quem mais senteVai ver que no final,a sua coroa que chora, poemas de odio narrando a verdade das historiaIel Sente o poema do ódio, escrito em cada linha no caderno, desafiando a e lei da gravidadesobrevivente das chamas do inferno, vamo na reta, pula na bala, o resumo é na bola do olho,só terrorista aqui é Paraná, nós veio pra azedar seu moio, nas grade de ferro ou nas ruas de terra, é nós que passa o resumo, sem pano pra quem ta errado, se pisar na bola, é bala nos puto, mostruoso como antigamente, quem conhece entende, um pouco mais velhos, mais com as 9 isrraelense, de pistola na rua ou em casa com a Clotilde, se embaçar com a família, vai beijar a lona do ringue, nós porta os rifle, as carabina, 44, as imbel 380, e os oitão refrigerado, terra sem lei, onde os bandolero bota pânico, com as dinamite faz a festa nos caixa eletrônico, respeita os corre dos molek que fecha no morro, sem camisa de colete na frente do bonde, chama no radio e da um salve pra quem ta na escuta, que é pra descer a lenha em qualquer tipo de viatura, aqui é o gueto aqui é o crime é os faixa preta, interior do Paraná é sangue na canetagrandãoMano Josy já alertou que é 40° de calor na sombra vereador roubou 7 milhões e é eleito presidente da Câmara assassino se diz o pastor que gosta de acender o pavio grupo de extermínio é investigado Entre eles dois delegado civilPalmas Tocantins 063 minha cartilha de ódio nunca quis o pódio só pra ter coleções de inimigo sórdidos regras são regras com respeito humildade se chega em qualquer lugar como alma sebosa sempre tem uns loucos pra tentar te eliminar na bala bala não tem cara o destino é pra derrubar o cara que veio na bala pra te acertar pensando que você estava de graça a meta é ser resistente não o mais forte entende poucos compreende que a batalha mais cruel sempre é da mente Poema de ódio os moleque do Norte esse esporro sonoro veio pra atacar disparando de forma letal sem chance da presa recuar letrista métricamente quebrando ela da corrente e vos surpreende que o ódio nos fortifica menteNa vida aprendemos com a chibata sabe como é pista salgada pra quem está no corre então não tem vez prazer mané por aqui ferve já vivemos no inferno sobrevive quem é de concreto ter quem reivindica o poder paralelo mas no final ninguém sabe o que é o certoH Caverna Bola do olho,é o moio chama nas ideia tô vendo lobo e cordeiro na mesma alcateia Ta na comeia,mas não vai pensando que tá doce,sistema é praga só tem vaga pra trampa no doze De Zé povinho e atrasa lado eu quero distância nois é o certo pelo certo,nois é militância Ponta de lança é nossa herança chega arrepia o rap arranca sua tripa sem anestesia Só covardia é todo dia respirando ódio é sempre assim guerra sem fim desde o primórdio Sem holofote vamo forte nessa direção nossa palavra,nossa luta não será em vão É o mundo cão escuridão só escorpião da zona leste de SP mais um lampião Não contenção,papo visão que movimenta a cena,o ser humano foi humano só na quarenta Vários problemas é algema e pouca alternativa,é uma estrada perigosa sem perspectiva Disertativa narrativa tudo pela causa voz não se cala chuva de bala nunca teve pausaMano jozyaqui é palmas tocantins e o bang é lokoNo coração do mapa cerrado criminosoSou mais um moleque doido inimigo do estado Raqueando seu sistema conectando os barraco Só muda a quebrada o CEP o rap segue na mesma batida Falando alertando os moleke que eles atira e pergunta e depoisesquece o iphone e o nike do boy pra noiz n existe justicacadeia lotada de filho sem pai de pai sem o filho q foi Nesse mundo loko violento e covardeonde impera o odio em cada canto da cidadeDeus me livre guarde da maudade que não dorme Que trafega pelos beco carregando os robocopVivemos em tempos de guerra e favela matando favelaOnde quem ganha com o sangue no chão é o cuzao do datena na tela A vida né FILME novela n se engane com a cena do cofree tudo ilusorio e no fim, e so as maezinha q sofretbm sonhei com isso tudo molecoteser dono da quebrada explodir os carro fortemas me libertei desses plano suicidahj tudo q eu mais quero e ser o pai das minhas filhas

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