LRC歌词

Gênios morrem aos 27, e eu morri nasci de novo
Um jovem sem certezas, com um grande espírito livre
Voltado a si mesmo e ambições suicidas
Eu não quis te ver partir, te parti e me vi indo embora
Embora não entendem minhas preferências
Se dizem "rap" e não viveram as consequências
Disseram "cultura" e não pegaram as referências
E nem que eu morra nisso, não serei nunca tendência
Preciso desorganizar e então reorganizar
E eu fiz tanta algazarra, que até fiz ela chorar
Que até fiz ela me amar
E hoje a marra amarra goela, amarga tela
Na moeda armada, armei guerra por ela
Que amo só ela, na moela passa nada
Passarinho come pedra e sabe tudo muito bem
Muito quem pouco tem da mente refém, vai
De visão além, vai reclamar com quem
Ele mora lá em cima, tá escrito com spray
"Tzz tzz"
, pega a fita, click clack na retina
Sai da bota, noob saibot, sumi na neblina
Coração adrenalina,
"chêro" de Carolina
Será que hoje ela me liga ou é só conto da esquina
Era só pedra na quina, e eu nem tinha Band Aid
Que estancasse aqueles becos lá na rua da Neide
Que afastasse toda merda que passa na minha mente
O Tempo passa deixa marca, crianças não cresceram
E sim ficaram amargas, como tomar centeio
Sem ter terra do: Nunca viram adultos contentes
Vejo adultos frequentes, vi viadutos presentes
E a kurama no meu peito não me deixa ficar
Eu aprendi tanto com ela, já não posso largar
Era um garoto perdido, uma criança confusa
Traumas de uma antiga aura simbolizo na rua
Olhos ecoam e reverberam
o que a voz não fala nem bala derruba
Rasga carne e jorra sangue
E eu pinto a sua sala de estar
Bombeta e máscara
Chinês, terror das tia
Sempre me dá azia
O ódio e frustração coado com o café
Semântica Romântica, sou mestre sala
A prosa a ginga, o suor pinga
E eu sambo nu no teu tapete
Artilheiro pique Salah
Sem o melhor campo pra jogar,
Mas aprendi alguns macetes
Sem a melhor peça pra trocar
Que a grama mais verde é a de lá,
Mas nois tem "dispô" pra tomar
E eles nem sabem trocar um pente
Rota da seda, fui no sete
Achei o chá que eu procurava,
Faltou o dela
E um gole de aguardente
Olhos ecoam e reverberam o que não sai da mente
Alma transborda, corpo afoga e pelo olho vaza
Tragando a morte amargurado no meio da madruga
Dono da rua, mas estranho na sua própria casa
Semântica Romântica, coração gaza
Uns quer Armani outros Patek
E eu tô aqui pedindo paz
Olheira, marofa e bafo de cachaça
Rindo da própria desgraça
Eu bolo a fuga de Alcatraz
Cabeça cheia, ombro tenso
Pedindo um Marlboro Green
Acende o incenso contra o vento
Só lamento no radim
Semântica Romântica
Dura o tempo de um finim
A prosa roda, o mundo gira
E ocê não sabe mais de mim
Bombeta e máscara
Só o "zói" de chinês
Sayonara procês
E eu vou falar procês
Tudo que eu não disse ainda
Num mar de gente
Nadando na contramão
Presta atenção, não vem surfar na minha
Quando eu tiver por cima
Faca de cozinha corta igual katana pra quem tem a manha
E se me der o bote vai levar caneta
Várias vezes motivo de pranto da dona Betânia
Hoje sigo intacto no meio de toda as tretas

文本歌词

Gênios morrem aos 27, e eu morri nasci de novoUm jovem sem certezas, com um grande espírito livreVoltado a si mesmo e ambições suicidasEu não quis te ver partir, te parti e me vi indo emboraEmbora não entendem minhas preferênciasSe dizem "rap" e não viveram as consequênciasDisseram "cultura" e não pegaram as referênciasE nem que eu morra nisso, não serei nunca tendênciaPreciso desorganizar e então reorganizarE eu fiz tanta algazarra, que até fiz ela chorarQue até fiz ela me amarE hoje a marra amarra goela, amarga telaNa moeda armada, armei guerra por elaQue amo só ela, na moela passa nadaPassarinho come pedra e sabe tudo muito bemMuito quem pouco tem da mente refém, vaiDe visão além, vai reclamar com quemEle mora lá em cima, tá escrito com spray"Tzz tzz", pega a fita, click clack na retinaSai da bota, noob saibot, sumi na neblinaCoração adrenalina,"chêro" de CarolinaSerá que hoje ela me liga ou é só conto da esquinaEra só pedra na quina, e eu nem tinha Band AidQue estancasse aqueles becos lá na rua da NeideQue afastasse toda merda que passa na minha menteO Tempo passa deixa marca, crianças não cresceramE sim ficaram amargas, como tomar centeioSem ter terra do: Nunca viram adultos contentesVejo adultos frequentes, vi viadutos presentesE a kurama no meu peito não me deixa ficarEu aprendi tanto com ela, já não posso largarEra um garoto perdido, uma criança confusaTraumas de uma antiga aura simbolizo na ruaOlhos ecoam e reverberamo que a voz não fala nem bala derrubaRasga carne e jorra sangueE eu pinto a sua sala de estarBombeta e máscaraChinês, terror das tiaSempre me dá aziaO ódio e frustração coado com o caféSemântica Romântica, sou mestre salaA prosa a ginga, o suor pingaE eu sambo nu no teu tapeteArtilheiro pique SalahSem o melhor campo pra jogar,Mas aprendi alguns macetesSem a melhor peça pra trocarQue a grama mais verde é a de lá,Mas nois tem "dispô" pra tomarE eles nem sabem trocar um penteRota da seda, fui no seteAchei o chá que eu procurava,Faltou o delaE um gole de aguardenteOlhos ecoam e reverberam o que não sai da menteAlma transborda, corpo afoga e pelo olho vazaTragando a morte amargurado no meio da madrugaDono da rua, mas estranho na sua própria casaSemântica Romântica, coração gazaUns quer Armani outros PatekE eu tô aqui pedindo pazOlheira, marofa e bafo de cachaçaRindo da própria desgraçaEu bolo a fuga de AlcatrazCabeça cheia, ombro tensoPedindo um Marlboro GreenAcende o incenso contra o ventoSó lamento no radimSemântica RomânticaDura o tempo de um finimA prosa roda, o mundo giraE ocê não sabe mais de mimBombeta e máscaraSó o "zói" de chinêsSayonara procêsE eu vou falar procêsTudo que eu não disse aindaNum mar de genteNadando na contramãoPresta atenção, não vem surfar na minhaQuando eu tiver por cimaFaca de cozinha corta igual katana pra quem tem a manhaE se me der o bote vai levar canetaVárias vezes motivo de pranto da dona BetâniaHoje sigo intacto no meio de toda as tretas

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