LRC歌词

Na vastidão da pampa, já no romper do arrebol,
O casqueador em seu ofício começa antes do sol,
Nas mãos a turquesa brilha, na cintura o alicate,
E o couro macio da raspa que na lida é seu quilate.
Cavalo e potro domado num andar de contradança,
O casco firme e ajustado é o chão que dá confiança;
Olhar de quem conhece, lida de quem não inventa,
Entra ano e sai ano, e outra tropilha se sustenta.

A faca limpa a ranilha, o cinzel, casco crescido,
A raspadeira que alinha, o compasso bem medido,
O suor desce da testa, mostra a força do labor,
De tudo o que é importante na vida do casqueador.
O ferro aquece na brasa a ferradura moldada,
Cheiro de couro e fogo na alma que está forjada,
O bater do martelo e o raspador a ressonar,
É a canção do casqueador que ecoa pelo lugar.

Por vezes um casco racha e o trabalho se endurece,
Tal a vida que se leva enquanto o tempo o envelhece,
Segredos do campo bruto que leva em seu olhar,
E quem lhe guarda a esperança do futuro melhorar.
São as agruras do tempo, vento, chuva e tempestade,
Que moldam nossas vidas nesses tempos de vaidade,
E o chão duro da querência que o potro pisa e pateia
Deixa marcas só naquele que pra vida se encandeia.

O tempo passa ligeiro, vai diminuindo a distância,
Como moldar sua vida, se a alma espera mudança,
Sempre haverá mil cavalos galopando sobre a terra,
Até quando as suas mãos vão suportar esta guerra,
E assim segue a jornada no ofício de casqueador,
Cuidando casco de potro, domando sua própria dor,
Os cascos que ele cuida são as razões do bem fazer,
E haveria outro caminho na sina desse viver?

文本歌词

Na vastidão da pampa, já no romper do arrebol,O casqueador em seu ofício começa antes do sol,Nas mãos a turquesa brilha, na cintura o alicate,E o couro macio da raspa que na lida é seu quilate.Cavalo e potro domado num andar de contradança,O casco firme e ajustado é o chão que dá confiança;Olhar de quem conhece, lida de quem não inventa,Entra ano e sai ano, e outra tropilha se sustenta.A faca limpa a ranilha, o cinzel, casco crescido,A raspadeira que alinha, o compasso bem medido,O suor desce da testa, mostra a força do labor,De tudo o que é importante na vida do casqueador.O ferro aquece na brasa a ferradura moldada,Cheiro de couro e fogo na alma que está forjada,O bater do martelo e o raspador a ressonar,É a canção do casqueador que ecoa pelo lugar.Por vezes um casco racha e o trabalho se endurece,Tal a vida que se leva enquanto o tempo o envelhece,Segredos do campo bruto que leva em seu olhar,E quem lhe guarda a esperança do futuro melhorar.São as agruras do tempo, vento, chuva e tempestade,Que moldam nossas vidas nesses tempos de vaidade,E o chão duro da querência que o potro pisa e pateiaDeixa marcas só naquele que pra vida se encandeia.O tempo passa ligeiro, vai diminuindo a distância,Como moldar sua vida, se a alma espera mudança,Sempre haverá mil cavalos galopando sobre a terra,Até quando as suas mãos vão suportar esta guerra,E assim segue a jornada no ofício de casqueador,Cuidando casco de potro, domando sua própria dor,Os cascos que ele cuida são as razões do bem fazer,E haveria outro caminho na sina desse viver?

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