LRC歌词

Que você falou aí?
Você odeia o que moleque
Vai pro seu quarto agora
Cê me respeita, eu sou seu Pai.

Talvez meu pai tivesse sonhos
Inacabados
Talvez não fosse por acaso o violão no guarda roupas empoeirado
Mas em São Paulo sonhos morrem sufocados
Família e pouco estudo e tantos blocos para serem carregados
Talvez meu medo de água
Seja o trauma dessa aguardente
De quem afoga mágoas no copo e sempre sobrava pra gente
Pai, hoje eu entendo
Vida adulta num é fácil
É impossível seguir inteiro com os sonhos em pedaços
Senti falta dos abraço
Senti medo dos seu braço
Muitas vezes me escondia quando ouvia seus passos
Nunca recebi presença ou presentes com laço
Mas nunca faltou alimento, mas o afeto era escasso
Isso me afetou
E demonstrar amor virou fraqueza
Crie muros e barreiras e camuflei minha tristeza
Te culpei com certeza
Mil sessões de terapia
Mas sem você o que seria
Sei que fez o que podia
Um dia filho, hoje pai meus filhos
Seus netos
Que nos ensina sobre afeto
Apenas estando por perto
Homem é muro de concreto
Duro e frio, sofre quieto
Mas resolvi falar
Homem também pode chorar
Cansei de engolir lágrimas
De represa sentimento
O que sinto aqui dentro
sei que ainda há tempo
De homem pra homem
O que é ser homem de verdade
Esconder o que sente num é ato de coragem
Força ou fragilidade
Antes que seja tarde
Eu te amo
Mesmo que ache que eu sou covarde
Não vou esperar sua lápide
Escrevo essa mensagem
Te amo
Mesmo que ache que eu sou covarde

Refrão
(Lino Krizz)
Homem que é homem não chora
Carrega um mar dentro do peito
Armadura do lado de fora
Me diz do que um homem é feito?
Tenho medos que me apavoram
Já nem durmo direito
Deixe-me chorar nos seus braços
Pra não ter que chorar abraçado no seu leito

Homem que é homem não chora
Quem disse que homem não chora?
Quem disse
Quem disse
Que homem não chora

文本歌词

Que você falou aí?Você odeia o que molequeVai pro seu quarto agoraCê me respeita, eu sou seu Pai.Talvez meu pai tivesse sonhosInacabadosTalvez não fosse por acaso o violão no guarda roupas empoeiradoMas em São Paulo sonhos morrem sufocadosFamília e pouco estudo e tantos blocos para serem carregadosTalvez meu medo de águaSeja o trauma dessa aguardenteDe quem afoga mágoas no copo e sempre sobrava pra gentePai, hoje eu entendoVida adulta num é fácilÉ impossível seguir inteiro com os sonhos em pedaçosSenti falta dos abraçoSenti medo dos seu braçoMuitas vezes me escondia quando ouvia seus passosNunca recebi presença ou presentes com laçoMas nunca faltou alimento, mas o afeto era escassoIsso me afetouE demonstrar amor virou fraquezaCrie muros e barreiras e camuflei minha tristezaTe culpei com certezaMil sessões de terapiaMas sem você o que seriaSei que fez o que podiaUm dia filho, hoje pai meus filhosSeus netosQue nos ensina sobre afetoApenas estando por pertoHomem é muro de concretoDuro e frio, sofre quietoMas resolvi falarHomem também pode chorarCansei de engolir lágrimasDe represa sentimentoO que sinto aqui dentrosei que ainda há tempoDe homem pra homemO que é ser homem de verdadeEsconder o que sente num é ato de coragemForça ou fragilidadeAntes que seja tardeEu te amoMesmo que ache que eu sou covardeNão vou esperar sua lápideEscrevo essa mensagemTe amoMesmo que ache que eu sou covardeRefrão(Lino Krizz)Homem que é homem não choraCarrega um mar dentro do peitoArmadura do lado de foraMe diz do que um homem é feito?Tenho medos que me apavoramJá nem durmo direitoDeixe-me chorar nos seus braçosPra não ter que chorar abraçado no seu leitoHomem que é homem não choraQuem disse que homem não chora?Quem disseQuem disseQue homem não chora

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