LRC歌词
Anoitece
Nas vielas e nas esquinas
Nas escadas e nas colinas
Nas calçadas feitas à mão
No bater do meu coração
Mas não me canso de percorrer
A cidade em que vim nascer
Onde o Tejo vem adormecer
E é uma porta aberta para o mar
Um convite p'ra navegar
E que abraça quem quer chegar
Desde sempre assim foi
P'la manhãs
Do Castelo desço a Alfama
Labirinto de casas brancas
Enfeitadas com andorinhas
E que é o berço de tradições
Do velho fado, das procissões
Das tabernas e dos pregões
E onde nas ruas pequeninas
Ainda ecoam trovas antigas
E se inventam novas cantigas
De louvar ao bom Santo António
Que Lisboa venera
Eu só queria desenhar nesta melodia
O amor à minha cidade
Teimosa fantasia
É assim
Que eu gosto de imaginar
Esta Lisboa secular
Onde habitam todos os povos
De tantas raças, velhos e novos
A cidade mais luminosa
Bela, mágica, radiosa
Eu vou sempre cantar
P'ra ti Lisboa
De entre todas a mais formosa
Bela, mágica, radiosa
Vou p'ra sempre cantar
Nas vielas e nas esquinas
Nas escadas e nas colinas
Nas calçadas feitas à mão
No bater do meu coração
Mas não me canso de percorrer
A cidade em que vim nascer
Onde o Tejo vem adormecer
E é uma porta aberta para o mar
Um convite p'ra navegar
E que abraça quem quer chegar
Desde sempre assim foi
P'la manhãs
Do Castelo desço a Alfama
Labirinto de casas brancas
Enfeitadas com andorinhas
E que é o berço de tradições
Do velho fado, das procissões
Das tabernas e dos pregões
E onde nas ruas pequeninas
Ainda ecoam trovas antigas
E se inventam novas cantigas
De louvar ao bom Santo António
Que Lisboa venera
Eu só queria desenhar nesta melodia
O amor à minha cidade
Teimosa fantasia
É assim
Que eu gosto de imaginar
Esta Lisboa secular
Onde habitam todos os povos
De tantas raças, velhos e novos
A cidade mais luminosa
Bela, mágica, radiosa
Eu vou sempre cantar
P'ra ti Lisboa
De entre todas a mais formosa
Bela, mágica, radiosa
Vou p'ra sempre cantar
文本歌词
AnoiteceNas vielas e nas esquinasNas escadas e nas colinasNas calçadas feitas à mãoNo bater do meu coraçãoMas não me canso de percorrerA cidade em que vim nascerOnde o Tejo vem adormecerE é uma porta aberta para o marUm convite p'ra navegarE que abraça quem quer chegarDesde sempre assim foiP'la manhãsDo Castelo desço a AlfamaLabirinto de casas brancasEnfeitadas com andorinhasE que é o berço de tradiçõesDo velho fado, das procissõesDas tabernas e dos pregõesE onde nas ruas pequeninasAinda ecoam trovas antigasE se inventam novas cantigasDe louvar ao bom Santo AntónioQue Lisboa veneraEu só queria desenhar nesta melodiaO amor à minha cidadeTeimosa fantasiaÉ assimQue eu gosto de imaginarEsta Lisboa secularOnde habitam todos os povosDe tantas raças, velhos e novosA cidade mais luminosaBela, mágica, radiosaEu vou sempre cantarP'ra ti LisboaDe entre todas a mais formosaBela, mágica, radiosaVou p'ra sempre cantar
































